quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"niúma-dimei-cassei"

                                                                                                                                                         o da mansarda matim-matim quase nada sabia além de atravessar verbos intraduzíveis e tontear seculares substantivos petréficos. o da mansarda matim-matim não 'tava nem aí pra reprodução ilegítima do original, no contexto da ___________. o da mansarda matim-matim soletrava cântaros doblessílabos como quem ouvia passáros e estava feliz por simplesmente saber que ouvia passáros e nada mais. o da mansarda matim-matim solfejava palavrões como quem parabolava emboladas boladonas de vida mais viviva, dividada pra lá e pra cá. o da mansarda -- tá ficando chato pra caralho, hein... --, em sua bolha matim cunifé sabia: era daime qualquer miração volitante (que nem é boa nem má, purque nada pode estar sendo demais uma _______ só, ainda mais quando se está sendo apenasantimatéria) pra transmutar-se em pitorescas borboletas azuis.

o da mansarda fiú-dixô-cadeí-, niúma-dimei-cassei-, sempre 'tava por entre os espaços, se arrastando pelas frestas do silêncio que virgulavam nada após nada após nada, corredor de paralelas lâmpadas fluorecentes terminantes para dentro.

a sensação de estar em paz consigo consciente do ir-se perdendo alheio do si-ré-dó...

acabado singular por de fora, plural incabado e comovente por de dentro

 

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